Pesquisa DAN

Mergulho mais seguro através da ciência


A Função Pulmonar (espirometria) é medida como parte de uma avaliação física durante um estudo de campo que inclui monitoramento de mergulho. São determinados o volume ventilatório máximo e as taxas de fluxo.

O Departamento de Pesquisa Médica da DAN (DAN® Medical Research Department) contribui com a missão da DAN através do monitoramento de questões de saúde e segurança existentes e emergentes no mergulho recreativo. Ele acompanha tendências nas praticas de mergulho e examina as causas, os fatores de risco e os mecanismos de acidentes de mergulho. O que é mais interessante para a comunidade de mergulho é que a DAN Research estuda métodos de tratamento baseados em evidências, além da prevenção de acidentes de mergulho.
Realizações passadas
A DAN já conta com 30 anos de história em pesquisas. Durante este período, pesquisadores afiliados a DAN já publicaram mais de 300 artigos em revistas científicas assim como dezenas de relatórios especiais, atas de workshops e relatórios anuais.

A compilação de dados sobre acidentes e fatalidades começou em 1982 e resultou no primeiro DAN Annual Diving Report em 1983. Depois disso, a pesquisa passou a incluir estudos de fatores de risco e causas de acidentes como o mal descompressivo, toxicidade por gases hiperbáricos, fatalidades e outros.

Em 1985 a DAN iniciou um estudo de campo para descobrir como padrões de mergulho recreativo afetam os riscos da doença descompressiva (DD). Mergulhadores voluntários foram examinados com um monitor ultrassom tipo doppler, que detecta bolhas no sangue venoso que se movimenta do lado direto do coração em direção aos pulmões. Bolhas detectadas pelo doppler eram comuns durante mergulhos recreativos em águas quentes, mas não houve casos de DD no grupo de estudo. Uma maior quantidade de bolhas foi detectada em mergulhos em águas quentes, em indivíduos do sexo masculino, em mergulhadores mais velhos, em mergulhos mais profundos e repetitivos e no primeiro dia de mergulho.

Naquela época os computadores de mergulho estavam começando a aparecer no mercado e havia a preocupação de que seu uso pudesse aumentar os riscos de DD. Em 1988 a DAN organizou um workshop com especialistas em fisiologia do mergulho para discutir as preocupações com o uso de computadores. Ao contrário das tabelas de descompressão, que estabelecem um máximo de dois mergulhos por dia, os computadores permitem que os mergulhadores façam mergulhos múltiplos. Mais uma vez isso causou apreensão entre os profissionais do mergulho, e a DAN organizou um workshop sobre mergulhos repetitivos para discutir esta questão em 1989. A partir destes dois workshops ficou evidente que faltava o ingrediente básico para uma avaliação de risco. A DAN já estava recebendo relatórios de acidentes e fatalidades (que, juntamente com a atividade de mergulho, estavam em crescimento), mas não havia dados sobre a exposição dos mergulhadores (perfis de tempo e profundidade, frequência de mergulho, número total de mergulhos) que permitissem calcular a taxa de acidentes e fazer a estimativa dos riscos.

Por esta razão a DAN começou um estudo prospectivo sobre a exposição do mergulhador e suas consequências: Project Dive Exploration (PDE). Este estudo foi possível graças aos fabricantes de computadores de mergulho que implementaram modificações nos seus computadores que permitiram a DAN coletar dados eletrônicos de perfis de mergulho. Mergulhadores voluntários que participaram também contribuíram com informações adicionais sobre seus mergulhos, saúde, histórico de mergulho e estado de saúde após os mergulhos. Até agora, com contribuições da DAN Europa, a DAN já coletou dados de mais de 250.000 mergulhos. Os dados do PDE proporcionam uma oportunidade de estudar os efeitos de vários padrões de mergulho, de ambientes de mergulho e da demografia dos mergulhadores nos riscos de acidentes. Os dados estão sendo analisados e as publicações estão pendentes.

Durante sete anos a DAN realizou estudos experimentais com mergulhadores voluntários em uma câmara hiperbárica seca no Duke Center for Hyperbaric Medicine and Environmental Physiology (Centro para Medicina Hiperbárica e Fisiologia Ambiental da Universidade Duke) para determinar um intervalo de tempo seguro entre mergulhar e voar. Estes dados estão sendo usados para atualizar os procedimentos de vôos após o mergulho (FAD na sigla em inglês). A outra fase do estudo do FAD — entender como este intervalo é afetado por exercício e imersão em água — terminou em dezembro de 2012.

A análise de acidentes de mergulho ao longo dos anos tem mostrado que os mergulhadores recreativos frequentemente mergulham em locais remotos e que o tempo de viagem para um local onde possam receber tratamento de recompressão pode ser muito longo. Em 2004 a DAN organizou o workshop "Management of Mild or Marginal Decompression Illness in Remote Locations," que gerou diretrizes para o melhor tratamento possível nestes casos.


Um pesquisador da DAN organiza tubos de sangue coletados para pesquisa sobre micropartículas.

A diabetes continua a aumentar em prevalência na população geral, e afeta alguns mergulhadores e indivíduos que gostariam de se tornar mergulhadores. A DAN realizou uma série de estudos de campo com mergulhadores com diabetes e documentou como o mergulho afetou aqueles que tem a doença. Em 2005 o workshop da DAN Diabetes and Recreational Diving discutiu as evidências existentes e chegou a algumas diretrizes específicas para tornar o mergulho mais seguro para portadores de diabetes.

O mergulho em apnéia tem se tornado cada vez mais popular nas últimas décadas, o que fez com que aumentasse a ocorrência de acidentes. A DAN começou a monitorar o mergulho em apnéia em 2000 e, em 2006, reuniu especialistas com experiências relevantes para discutir a segurança do mergulho em apnéia. Os resultados geraram diretrizes para o mergulho em apnéia seguro e destacaram áreas para pesquisas futuras.

Em 2005 a DAN começou uma importante análise de quase 1.000 fatalidades de mergulho relatadas durante os dez anos anteriores. Os dados mostraram uma tendência óbvia de aumento de fatalidades em mergulhos técnicos e, principalmente, mergulhos com rebreathers. A Technical Diving Conference de 2008 resumiu o conhecimento atual sobre a fisiologia e a medicina de mergulhos extremos e ofereceu sugestões para possíveis melhorias nas praticas atuais.

Ainda em 2005, a DAN Research publicou dois artigos muito importantes sobre as causas, incidências e fatores de risco de fatalidades de mergulho: "Most Common Causes of Diving Fatalities" e "Fatality Rates Among DAN Members". Os resultados apresentados nos artigos, juntamente com dados similares obtidos em outras partes do mundo, foram discutidos extensivamente durante o workshop da DAN Recreational Diving Fatalities organizado em 2010. A declaração feita em consenso pelos participantes do encontro ressaltava a necessidade de se chamar a atenção para as causas mais comuns de acidentes de mergulho durante o treinamento e as operações de mergulho. Requisitos de saúde foram revisados e editados para melhor lidar com mortes causadas por problemas cardíacos.

Em 2012, em cooperação com a American Academy of Underwater Sciences (Academia Americana de Ciências Subaquáticas) e com a PADI e com o apoio geral da indústria do mergulho, a DAN organizou um fórum sobre rebreathers, o Rebreather Forum 3 (RF3). Esta conferência mobilizou a comunidade do mergulho no sentido de intensificar esforços para reforçar a cultura da segurança em todos os níveis de treinamento e em todas as situações de mergulho. O fórum endossou o DAN Online Incident Reporting System — Sistema de relato de acidente online da DAN — (www.DAN.org/IncidentReport) como meio de melhorar o relatório de acidentes. O RF3 também enfatizou a necessidade de que a verificação de segurança pré-mergulho se torne um hábito comum no mergulho recreativo e técnico.

Questões Atuais de Segurança no Mergulho Recreativo
A prevenção de acidentes e fatalidades continua sendo a principal preocupação da DAN Research. O problema se torna pior com o envelhecimento da população de mergulhadores recreativos, que é um reflexo do envelhecimento da população em geral combinado com um número relativamente pequeno de jovens interessados em se dedicar ao mergulho (muitos mergulham ocasionalmente). Mergulhadores ocasionais costumam se engajar em mergulhos exploratórios populares em estâncias de férias. Por outro lado, outros mergulhadores se dedicam a práticas mais desafiadoras de mergulho como o mergulho técnico, mergulho em cavernas e apnéia, o que os expõe a diferentes tipos de riscos. Abaixo apresentamos uma visão geral dos nossos estudos atuais e dos nossos planos para lidar com estas questões.
Pesquisa sobre Saúde e Hábitos de Mergulho

A osmolaridade urinária (concentração da urina) é medida com um refratômetro portátil durante uma pesquisa de monitoramento de mergulho em campo.
Este estudo indica que os associados à DAN são mais saudáveis fisicamente e financeiramente do que a população americana em geral. A proporção de mergulhadores com problemas cardíacos conhecidos é pequena, mas muitos apresentam fatores de risco para doenças cardíacas como o tabagismo, sedentarismo, obesidade, colesterol alto e hipertensão. As melhores estratégias para minimizar os riscos associados são os mesmos que para os não mergulhadores: adotar um estilo de vida mais saudável, controlar o colesterol, a pressão sanguínea e o peso; e praticar regularmente atividades físicas. Mais pesquisas são necessárias para entender como o mergulho afeta estes mergulhadores e como se pode identificar aqueles indivíduos cujos riscos possam ser amplificados pela pratica do mergulho.
O Forâmen Oval Patente (FOP) e o Mergulho
Os riscos de DD podem ser maiores em mergulhadores com FOP. Uma revisão das estatísticas indicou que pode haver uma associação entre FOP e a DD, mas os riscos de DD são pequenos no grupo total de mergulhadores (independentemente deles terem ou não FOP). Alguns mergulhadores com FOP e que sofreram episódios múltiplos de DD decidiram deixar o mergulho, outros optaram por mergulhar de uma forma mais conservadora, e outros ainda resolveram se submeter a um procedimento médico que fecha o FOP para atenuar seus riscos. O procedimento de fechamento acarreta um pequeno risco de complicações, mas uma análise séria da relação risco-benefício nunca foi feita. Em cooperação com o Dr. Doug Ebersole da Watson Clinic na Florida, demos inicio a um estudo de cinco anos para comparar a segurança dos mergulhadores que se submeteram ao fechamento do FOP e daqueles que continuaram a mergulhar sem fazer o procedimento. Existem atualmente 60 participantes neste estudo, e as inscrições ainda estão abertas.
Nitrox versus Ar no Mergulho em Circuito Aberto
O Nitrox tem sido amplamente usado nas últimas décadas. Apesar de algumas preocupações terem sido levantas no início desta prática, as estatísticas de acidentes e fatalidades não mostraram que houve aumento devido ao uso de nitrox. Existe um consenso geral de que substituir ar por nitrox e mergulhar em profundidades iguais e pelo mesmo período de tempo oferece uma margem de segurança adicional (devido à redução da pressão parcial de nitrogênio, e do aumento do oxigênio). Entretanto, usar nitrox para aumentar o tempo de mergulho sem entrar em descompressão obrigatória ou mergulhar na profundidade equivalente com ar nunca foram explicitamente testados no mergulho recreativo. Nós comparamos a quantidade de bolhas pós mergulho em mergulhadores que respiraram ar a uma profundidade de 60 pés (18 metros) de água do mar com mergulhadores que respiraram nitrox na profundidade equivalente de 70 pés (21 metros). Ambas as profundidades expuseram os mergulhadores a mesma pressão parcial de nitrogênio. Os níveis de bolhas no geral foram semelhantes nos dois grupos, mas os altos níveis de bolhas e, provavelmente o maiore risco de DD, foram mais comuns nos mergulhadores que respiraram ar. Este pequeno efeito favorável pode ser devido a uma maior pressão parcial de oxigênio encontrada no nitrox. Enquanto estes resultados sugerem um benefício do uso do nitrox no mergulho, nós continuamos a pesquisar analisando micropartículas circulantes, pequenos fragmentos desprendidos das células, que podem estar relacionados de alguma forma com os mecanismos da DD.
Estudos de campo sobre Mergulhos Extremos

Um aparelho portátil de imagem, o ecocardiograma transtorácico (ETT), é utilizado para procurar bolhas pós-mergulho no coração.

Mergulhadores técnicos usam misturas de gases em mergulhos de circuito aberto e de circuito fechado e, regularmente, mergulham a mais de 200 pés (60 metros). Isto expõe seus corpos a grandes quantidades de gases inertes e impõe descompressões obrigatórias significativas. A maioria das tabelas de descompressão, e algoritmos usados em computadores de mergulho, não foram sistematicamente testados. Desde um estudo observacional durante mergulhos no naufrágio do Britannic em 2006, temos monitorado mergulhadores técnicos em várias ocasiões e em diversas atividades de mergulho. A ecocardiografia, que nos permite ver imagens das bolhas que passam pelo coração, é a ferramenta principal em nossa pesquisa. Até o momento já realizamos milhares de ecocardiografias e documentamos vários níveis de bolhas. Mostramos os resultados de nossos testes aos mergulhadores, e eles frequentemente passaram a modificar seus perfis de mergulho (diminuindo tempo de fundo, aumentando o tempo de descompressão ou usando mais oxigênio) para manter seus níveis de bolhas pós mergulho e seus riscos de DD baixos. Também realizamos medidas antropométricas básicas, testes de função pulmonar e avaliações físicas dos participantes. Muitos mergulhadores forneceram amostras de sangue para estudos de microparticulas e marcadores de inflamação e de danos celulares. Estes estudos continuam, e os dados ainda estão sendo avaliados. Alguns resultados preliminares já foram publicados no Journal of Applied Physiology.
Intoxicação por Oxigênio e Medicamentos para Disfunção Erétil
Inibidores da PDE-5 são um grupo de drogas, que inclui o Cialis e o Viagra, usadas para tratamento de disfunção erétil (DE) e para algumas outras indicações, como hipertrofia de próstata. Os inibidores da PDE-5 atingem seu objetivo através da dilatação das artérias e do aumento do fluxo sanguíneo. A maior parte destes efeitos é limitado às áreas alvo, mas a circulação sanguínea no cérebro também pode ser afetada, mesmo que em um menor grau. Na teoria isto poderia aumentar o risco de intoxicação por oxigênio. De fato, a DAN foi chamada por um mergulhador que sofreu uma convulsão durante um mergulho enquanto estava tomando remédios para DE. Este fato iniciou uma discussão entre pesquisadores e, eventualmente, o Dr. Ivan Demchenko e colegas da Duke University iniciaram uma pesquisa sobre o assunto. Este estudo experimental mostrou que animais tratados com inibidores da PDE-5 demoram menos tempo para desenvolver uma convulsão mediada por oxigênio quando expostos a oxigênio hiperbárico. A lição para os mergulhadores é a de não misturar inibidores da PDE-5 com altas pressões parciais de oxigênio. Vários tipos de inibidores da PDE-5 permanecem no sangue por diversos períodos de tempo, e mergulhadores que estão tomando estes remédios devem estar atentos aos tempos de meia-vida das drogas específicas que estão tomando.
Efeitos da Pseudoefedrina (PSE) na Intoxicação por Oxigênio
PSE é um componente ativo de muitas drogas, vendidas sem receita, usadas para combater congestões causadas por resfriados comuns ou alergias. Entre os remédios deste tipo mais conhecidos está o Sudafed, que é muito usado pelos mergulhadores. Existia uma preocupação de que não seria seguro usar o Sudafed quando se estivesse mergulhando com nitrox, ou outros gases hiperóxicos, mas um estudo experimental nunca havia sido feito para avaliar a questão. A DAN financiou um estudo do Dr. Jay da University of South Florida. Este estudo foi feito com animais e mostrou que doses normais de PSE não aumentam o risco de intoxicação por oxigênio, mas doses muito altas (que podem ser inadvertidamente atingidas por mergulhadores usando diversas drogas que contenham PSE ao mesmo tempo) podem aumentar o risco. O estudo também confirmou a idéia de que alguns indivíduos, em determinados momentos, podem ser mais vulneráveis a intoxicação por oxigênio do que a média dos mergulhadores.
Efeitos do Uso de Listas de Verificação de Segurança Pré-Mergulho nos Incidentes de Mergulho
No verão de 2012 a DAN fez um estudo do efeito da utilização de uma lista de itens a serem verificados antes de um mergulho na ocorrência de incidentes de mergulho. Mais de 1.000 mergulhadores se ofereceram como voluntários. Os resultados indicam que a incidência de incidentes (como emergências de falta de ar, problemas de flutuabilidade, perda do dupla, exceder os tempos de fundo ou profundidades planejados) foi menor no grupo de mergulhadores que receberam uma lista de verificação pré-mergulho em comparação com o grupo dos que não receberam a lista, mas que poderiam ter usado uma lista própria. Apesar da maioria das agências de treinamento ensinar o uso de uma lista de verificação pré-mergulho, grande parte dos mergulhadores não a utiliza em mergulhos sem supervisão. Esperamos que a eficácia das listas de verificação, comprovada neste estudo, ajude a impulsionar uma campanha de melhoria da cultura de segurança no mergulho, o que inclui o uso de uma lista de itens a serem verificados antes de um mergulho. Estas listas são ferramentas efetivas para evitar erros humanos e reduzir acidentes e fatalidades; para saber mais sobre este estudo, leia Safety 101.
Estudos em 2013

Um monitor Holter mede a atividade elétrica do coração.

Diversas novas linhas de pesquisa serão exploradas neste ano. A primeira será a prevalência de aumento de massa muscular do lado esquerdo do coração (conhecida como hipertrofia ventricular esquerda, HVE) em mergulhadores e sua correlação com a incidência de anormalidades no ritmo cardíaco durante o mergulho. Este estudo irá usar ecocardiografia para estabelecer a HVE e eletrocardiogramas contínuos (Monitoramento de Holter) durante o mergulho para monitorar arritmias.

A DAN também está trabalhando em estudos sobre a boa forma física para o mergulho em mais detalhes; tanto os requisitos quanto os métodos de avaliação serão revisados.

Outro estudo avaliará o possível efeito do mergulho autônomo e do mergulho de apnéia na função cerebral em mergulhadores que não apresentam sinais óbvios de lesões. Para este estudo utilizaremos uma caneta digital e o teste do desenho do relógio — um teste com uma longa história na medicina clínica. Combinado com uma caneta digital, este teste se torna extremamente sensível e uma ferramenta importante na detecção de doenças como Alzheimer. Ele é sensível o suficiente para detectar alterações mínimas e transitórias em funções cerebrais executivas que possam estar ocorrendo após alguns mergulhos extremos.

Através desta pesquisa, a DAN continua sua missão de promover a segurança no mergulho e de auxiliar mergulhadores em situações de emergência.

Cooperação
A missão principal da DAN é melhorar a segurança no mergulho. Continuamente melhoramos a qualidade e a capacidade de nossos serviços médicos e de nossas pesquisas, através da colaboração com instituições e grupos de pesquisa de ponta. Nos últimos anos eles incluem: Duke University, University of Pennsylvania, University of California em San Diego, University of Split (Croatia), University of South Florida e a Watson Clinic.


© Alert Diver — 1º Trimestre 2013

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